Desmame do bebê: Respeitar o tempo e vontade da criança evita stress

Interromper a amamentação de forma muito rápida pode ser um trauma para o bebê. Afinal, o aleitamento exclusivo é uma fase marcante em que a criança está acostumada ao peito e ao vínculo com a mãe. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialistas da área ensinam a trocar aos poucos o leite materno por outros alimentos. “Também é importante seguir as orientações do pediatra para não prejudicar a nutrição do bebê”, afirma a pediatra Camila Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz. Para saber quando começar o desmame e quais são os cuidados necessários, anote as recomendações a seguir.

É importante ter em mente que a retirada do peito não acontece de um dia para o outro. Trata-se de um processo gradual, que pode ser pensado a partir do sexto mês da criança, de modo que mãe e filho se acostumem com a ideia de que, em algum momento, haverá a separação. O processo continua no sétimo mês, quando a mamada do jantar pode ser trocada por outra refeição sólida. A mãe que passa o dia trabalhando tem a possibilidade de amamentar de manhã, ao acordar, e de noite, antes de dormir.

Se tiver condições, ela pode armazenar o leite para que o mesmo seja dado ao bebê no período da tarde. Trata-se de uma mudança progressiva, que pode ser pensado a partir do sexto mês da criança, de modo que mãe e filho se acostumem com a ideia de que, em algum momento, haverá a separação.

O que observar

Você perceberá que, quando o bebê passar a receber alimentos sólidos, ele começará a passar batido por algumas ‘mamadas’ naturalmente. Preste atenção também aos seus sentimentos de mãe: você deve estar confiante para dar esse passo, ou transmitirá insegurança à criança.

Fonte: Maria Clara Vieira – Revista Crescer

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